1 Determine o volume e a área da superfície esférica de uma esfera de raio 10 cm.
Resolução:
π π
= ⇒ =
3
4. .10 4000 3 3
V cm V cm
3 3
= π ⇒ = π
2 2 2
A 4. .10 cm A 400 cm²
2 Calcule a área do círculo determinado por uma
secção esférica feita a 5 cm do centro de uma esfera de raio 13cm.
Resolução:
13
r
5
Pelo Teorema de Pitágoras, temos:
= + ⇒ =
2 2 2
13 5 r r 12 .
Logo, a área da secção é dada por
= π =
2 2 2
A .12 cm 144cm²
3- Uma laranja tem a forma de uma esfera, cujo di-
âmetro mede 8cm. Então a área aproximada da
casca dessa laranja é:
a) 190cm
2
.
b) 200cm
2
.
c) 210cm
2
.
d) 220cm
2
.
e) 230cm
2
Resposta : B
Trabalho de Geometria
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Exemplos de Esferas
Exemplo 1
Uma esfera possui raio medindo 5 cm. Determine o volume dessa esfera.
A esfera possui 523,33 cm³ de volume.
Exemplo 2
Duas esferas metálicas de raios r e 2r são fundidas e moldadas em forma de um cilindro de altura 3r. Qual é o raio R do cilindro?
Volume da esfera metálica de raio r

Volume da esfera metálica de raio 2r

Somar os volumes das esferas

Duas esferas metálicas de raios r e 2r são fundidas e moldadas em forma de um cilindro de altura 3r. Qual é o raio R do cilindro?
Volume da esfera metálica de raio r
Volume da esfera metálica de raio 2r
Somar os volumes das esferas
Volume do cilindro será igual ao volume das esferas.
Volume do cilindro = π * r² * h, onde altura igual a 3r. Vamos determinar o raio R do cilindro.
π * R² * 3r = 12 * π * r³
R² = 12 * r³ / 3r
R² = 4r²
R = 2r
Temos que o raio do cilindro é 2r.
Volume do cilindro = π * r² * h, onde altura igual a 3r. Vamos determinar o raio R do cilindro.
π * R² * 3r = 12 * π * r³
R² = 12 * r³ / 3r
R² = 4r²
R = 2r
Temos que o raio do cilindro é 2r.
Exemplo 4
Uma fábrica de bombons deseja produzir 20 000 unidades no formato de uma esfera de raio 1 cm. Determine o volume de cada bombom e a quantidade de chocolate necessária para produzir esse número de bombons.
Volume de cada bombom

Uma fábrica de bombons deseja produzir 20 000 unidades no formato de uma esfera de raio 1 cm. Determine o volume de cada bombom e a quantidade de chocolate necessária para produzir esse número de bombons.
Volume de cada bombom
A quantidade de chocolate necessária para a produção das 20 000 unidades é de:
4,18 * 20 000 = 83 600 cm³
Sabemos que 1cm³ = 1 ml, então 83 600 cm³ corresponde a 83 600 ml de chocolate ou 83,6 quilos.
A fábrica irá gastar 83,6 quilos de chocolate, e o volume de cada bombom será de 4,18 cm³.
4,18 * 20 000 = 83 600 cm³
Sabemos que 1cm³ = 1 ml, então 83 600 cm³ corresponde a 83 600 ml de chocolate ou 83,6 quilos.
A fábrica irá gastar 83,6 quilos de chocolate, e o volume de cada bombom será de 4,18 cm³.
Teoria de Esfera
onsideramos um ponto O e um segmento de medida r. Chama-se esfera de centro O e raio r o conjunto dos pontos P do espaço , tais que a distância OP seja menor ou igual a r.

A esfera é o sólido de revolução gerado pela rotação completa de um semicírculo em torno de um eixo que contém um diâmetro.
Superfície esférica
Superfície esférica de centro O e raio r é o conjunto dos pontos P do espaço que distam r do ponto o.

A superfície gerada pela rotação de uma semicircunferência em torno de um eixo que contém o diâmetro é uma superfície esférica.
Elementos da esfera
Considerando a superfície de uma esfera de eixo e, temos:
a) Pólos são as interseções da superfície com o eixo;
b) Equador é a seção (circunferência) perpendicular ao eixo, pelo centro da superfície;

c) Paralelo é qualquer seção (circunferência) perpendicular ao eixo;
d) Meridiano é qualquer seção (circunferência) cujo plano passa pelo eixo.
A esfera é o sólido de revolução gerado pela rotação completa de um semicírculo em torno de um eixo que contém um diâmetro.
Superfície esférica
Superfície esférica de centro O e raio r é o conjunto dos pontos P do espaço que distam r do ponto o.
A superfície gerada pela rotação de uma semicircunferência em torno de um eixo que contém o diâmetro é uma superfície esférica.
Elementos da esfera
Considerando a superfície de uma esfera de eixo e, temos:
a) Pólos são as interseções da superfície com o eixo;
b) Equador é a seção (circunferência) perpendicular ao eixo, pelo centro da superfície;
c) Paralelo é qualquer seção (circunferência) perpendicular ao eixo;
d) Meridiano é qualquer seção (circunferência) cujo plano passa pelo eixo.
Exemplos de Cones
I - Superfícies cônicas.
Uma superfície cônica (cone generalizado) C é uma superfície gerada por uma reta r que se move ao longo de uma curva
e que passa por um ponto fixoV fora da curva. A reta móvel é chamada de geratriz , a curva denominada de diretriz e o ponto fixo de vértice do cone. Portanto, um cone é a reunião de retas passando por pontos de uma curva
e por um ponto fixo V fora da curva
. O vértice separa cone em duas partes opostas pelo vértice, denominadas folhas e, usualmente, apresentamos apenas uma das folhas.Se a diretriz é um círculo, uma parábola, uma elipse ou uma hipérbole, então a superfície será, respectivamente, uma superfície cônica: circular, parabólica, elíptica ou hiperbólica.
Exemplo: Cone sobre um círculo
O cone circular reto de equação cartesiana
tem vértice na origem O(0,0,0) e, o círculo de equações reduzidas
,
é uma de suas diretrizes.
Exemplo 1
Exemplo 2
II - Equação cartesiana de um cone .
A maneira de encontrar a equação cartesiana de um cone generalizado é parecida com a que foi usada no caso do cilindro. Elas dependem da maneira como a geratriz é fornecida (equação simétrica ou vetorial) e, também, da maneira como a diretriz é dada (por suas equações reduzidas ou uma parametrização).
A) Diretriz d descrita por suas equações reduzidas.
Seja
o vértice do cone e consideremos o caso em que a diretriz é dada por suas equações reduzidas, ou seja, como a interseção de duas superfícies
e .
Toda geratriz do cone (reta) é dada na forma simétrica
(I) g :
=
=
,
em que
é um ponto da diretriz, ou seja, suas coordenadas X, Y e Z satisafazem as equações
(II)
:
,
(III)
:
,
A geratriz também pode ser dada na forma vetorial
(IV) g: (
) =
= (X+at,Y+bt,Z+ct) .
em que
.
Um ponto
é um ponto do cone se, e somente se, P é um ponto de alguma geratriz do cilindro. Ou seja, se e somente se suas coordenadas satisfazem simultaneamente as equações em (I), com as coordenadas de Q satisfazendo as equações (II) e (III). Isolando os valores de X, Y, e Z em três dessas equações e substituindo na quarta equação obtemos uma igualdade, envolvendo as variáveis espaciais x, y, z, que define a equação cartesiana do cone de diretriz d e vértice V . Uma outra maneira de proceder é usar as equações paramétricas abaixo, dadas pela igualdade (IV),
isolar os valores de X, Y e Z substituindo-os nas igualdades (II) e (III). Eliminando (se possível) o parâmetro t nessas equações obtemos uma igualdade, envolvendo as variáveis espaciais x, y, z, que também define a equação cartesiana do cone de diretriz d e vértice V.
Exemplo 3
Exemplo 4
B) A diretriz d descrita por sua parametrização.
Sejam
uma parametrização da diretriz e
o vértice do cone. Neste caso, um ponto Q(X,Y,Z) é um ponto da diretriz do cone se suas coordenadas X , Y e Z são da forma:
(V)
,
e
,
para algum valor do parâmetro u.
E toda geratriz g do cone (reta) é dada na forma simétrica por
(VI) g:
=
=
,
em que
é um ponto da diretriz e
é o vetor diretor da geratriz que passa por
.
Um ponto
é um ponto do cone se, e somente se, P é um ponto de alguma geratriz do cone. Ou seja, se e somente se suas coordenadas satisfazem (VI) para algum valor do parâmetro u. Portanto, a substituição das igualdades
,
e
em (IV) fornece três equações envolvendo u. Eliminado (se possível) o parâmetro u nestas equações, obtemos uma equação nas variáveis espaciais x, y e z chamada equação cartesiana do cone de diretriz d e vértice V .
Exemplo 5
Exemplo 6
- a origem pertence à superfície representativa de (
, pois
;
- Para todo ponto
de
a reta passando pela origem e por Q tem equação r: (x,y,z) = (0,0,0) +
. Logo, todo ponto dessa reta é da forma
. Assim, se
é um ponto da superfície, então
para todo t. Portanto, S:
contém a reta passando por Q e pela origem.
III - Reconhecimento de um cone.
Veremos a seguir uma técnica de identificar alguns tipos especiais de cone. Ela funciona para aqueles que, mediante uma escolha adequada de um sistema de eixos cartesianos, são dados por
, onde F é uma função homogênea de grau dois. Ou seja, F é da forma
(VII)
.
Primeiro, observamos que toda superfície S:
, onde F é homogênea de grau dois, é um cone com vértice na origem. De fato, dado a equação
, temos que:
Segue das informações acima que S é um cone com vértice na origem.
Quando uma superfície tem equação cartesiana da forma:
(VIII)
.=0,
podemos tentar realizar uma translação de eixos, mudando a origem para um ponto
, fazendo com que os termos de primeiro grau e o termo independente na equação (VIII) se anulem. A equação resultante nas novas variáveis
,
,
será evidentemente homogênea de grau dois e representará uma superfície cônica com vértice no ponto
.
Observação: Se existir uma tal translação, as coordenadas do vértice
serão solução do seguinte sistema:
E, além disso, devemos ter a condição de compatibilidade
.
Exemplo 7
Exemplo 8
Assinar:
Comentários (Atom)





